quinta-feira, 7 de junho de 2012

Pontos culturais em Sao Paulo

IGREJA SÃO BENTO
LARGO DE SÃO BENTO
PRAÇA ANTONIO PRADO
RUA XV DE NOVEMBRO
RUA DO COMERCIO
LARGO DO CAFÉ
PRAÇA DO PATRIARCA
IGREJA DE SANTO ANTONIO
RUA DA QUITANDA
CENTRO CULTURAL DO BANCO DO BRASIL
PÁTIO DO COLÉGIO
CAPELA DO BEATO PADRE ANCHIETA
CASA N° 1
SOLAR DA MARQUESA
BECO DO PINTO
 CENTRO CULTURAL DA CAIXA ECONOMICA FEDERAL
PRAÇA DA SÉ
MARCO ZERO
CATEDRAL DA SÉ.

RUA DO COMÉRCIO (ATUAL RUA ÁLVARES PENTEADO)

                                                            RUA  DO COMÉRCIO

ATUALMENTE É O MAIOR CENTRO DE COMPRAS DO CENTRO DE SÃO PAULO.
EXISTEM DIVERSOS TIPOS DE LOJAS QUE VENDEM OS MAIS VARIADOS PRODUTOS.

domingo, 3 de junho de 2012

MARCO ZERO


O Marco Zero representa o centro geográfico da cidade de São Paulo, sendo o primeiro do gênero na América do Sul.



Cada ângulo do marco aponta para as estradas que saem da cidade, sendo cinco pontos representados simbolicamente: uma araucária lembra o Paraná, um navio, Santos, e o Pão de Açúcar, o Rio de Janeiro, por exemplo.

CATEDRAL DA SÉ


Junto à Praça da Se está situada a Catedral Metropolitana da Sé. Em estilo gótico modificado, sua construção iniciou-se em 1913 e só terminou quatro décadas depois.

É a maior igreja de São Paulo, com 110 metros de comprimento, 46 metros de largura, torres com 92 metros de altura cada, cúpula com altura de 30 metros e capacidade para oito mil pessoas. Em sua cripta, que pode ser considerada uma verdadeira igreja subterrânea, encontram-se trabalhos artísticos do escultor Francisco Leopoldo.

PÇA. DA SÉ

No meio da praça está situado o Marco Zero, que indica as direções dos Estados que fazem limite com São Paulo e a partir do qual se conta a distância de qualquer ponto da cidade.

CENTRO CULTURAL DA CAIXA ECONÔMICA


A proposta da Caixa Cultural, iniciativa da Caixa Econômica Federal implantada em 8 estados brasileiros, com duas unidades na cidade de São Paulo: Sé e Paulista. Com o compromisso de valorizar a diversidade e as raízes da cultura brasileira, patrocina a realização de eventos em seus espaços, em todas as manifestações da arte: música, teatro, dança, exposições de artes plásticas e fotografia, instalações e artesanato. Também promove o intercâmbio cultural patrocinando eventos internacionais. Soma-se a isso o perfil social e pedagógico dos centros culturais Caixa ao desenvolver seus projetos para levar a arte de forma democrática e inclusiva a estudantes de escolas públicas, terceira idade e portadores de necessidades especiais. Todas as atividades são gratuitas. 

SOLAR DA MARQUESA


O prédio do Solar da Marquesa, no centro da cidade de São Paulo, é uma grande relíquia do século XVIII, considerado um exemplo de arquitetura urbana da época. Dona Maria Domitila de Castro e Mello, a conhecida marquesa de Santos, entrou para a história do País como amante do imperador Dom Pedro I e para a história de São Paulo, em 1834, ao comprar este grande sobrado aristocrata no coração da cidade. O período em que ela ocupou o local foi marcado por saraus e bailes de máscaras. O prédio, que hoje abriga a sede do museu da cidade de São Paulo, era conhecido e lembrado ainda pelos inúmeros cigarros que Dona Maria Domitila costumava fumar na janela. Ao visitar o Solar, é possível encontrar utensílios domésticos, parte do mobiliário e até mesmo a banheira utilizada pela marquesa. Após sua morte, em 1867, o local foi modificado e ganhou uma sacada mais neoclássica, que o caracteriza até hoje. Os visitantes podem conferir ainda um vasto acervo iconográfico, que conta com negativos e fotografias da São Paulo antigas. O Solar da Marquesa fica ao lado do Patteo do Collegio. Não deixe de conferir, é uma viagem ao passado do País e da capital paulista.

BECO DO PINTO




A Casa da Imagem administra o Beco do Pinto, antiga passagem entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa nº 1, atualmente destinado a abrigar projetos de artistas contemporâneos desenvolvidos especialmente para o espaço.  

O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural.  nome relaciona-se ao sobrenome do proprietário da casa ao lado do logradouro, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e às suas desavenças com os vizinhos e a Municipalidade por ter fechado o acesso ao Beco em 1821. Em 1826, a passagem foi reaberta e recebeu da Câmara o nome oficial de Beco do Colégio. No ano de 1834, a Marquesa de Santos, ao comprar este imóvel de um dos herdeiros do Brigadeiro Pinto, conseguiu, da Câmara, o fechamento da passagem. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual Av. Rangel Pestana, o Beco perdeu sua função e foi definitivamente desativado.
 Vestígios de calçadas do século XVIII em dolomita, tijolo e paralelepípedo, assim como fragmentos de louça, vidro, cerâmica, ossos e grafite e, também, material usado para autópsia como estiletes e facas pertencentes à delegacia de polícia que funcionou no local no início do século XX, foram coletados durantes as prospecções arqueológicas executadas pelo convênio de 1979, firmado entre a Prefeitura e o Museu Paulista.

As escadas, grades e portões foram executados de forma a implementar uma versão moderna, sem perder as características anteriores. Vitrines com vestígios dos antigos calçamentos foram montadas no local nas obras de restauro da década de 1990, quando passou a integrar o circuito cultural da cidade de São Paulo.

CASA Nº1


Conhecida por situar-se à no nº 1 da antiga Rua do Carmo - atual Rua Roberto Simonsen no 136-B, a Casa nº 1 é um sobrado de três andares construído onde existiu uma casa de taipa de pilão. 

Seu primeiro proprietário, segundo registros de 1689, foi Francisco Dias. Após sua morte, o imóvel foi vendido ao bandeirante Gaspar de Godoy Moreira, cujos filhos e descendentes fizeram uso da casa como moradia. 

Em 1855 foi transformada no colégio Ateneu Paulistana e, após a morte de seu último diretor, foi vendida ao Major Benedito Antônio da Silva, responsável pela construção em alvenaria, preservada até os dias de hoje.

A nova construção aproveitou, provavelmente, a antiga estrutura das fundações de taipa de pilão. Sobre ela ergueram-se novas paredes em alvenaria de tijolos. Outros materiais utilizados em sua construção como o pinho-de-riga nas esquadrias, e a telha tipo francesa na cobertura, tornaram-se comuns nas construções paulistanas desse período. 

Em 1890 foi sede da Estação Central de Urbanos e da Sociedade de Imigração. Quatro anos mais tarde, o imóvel foi adquirido pelo Governo do Estado e passou a abrigar escritórios da Cia. de Gás até o ano de 1910. Em seguida, durante quatorze anos, a Casa abrigaria vários órgãos ligados à policia, como a Chefatura de Polícia, o Gabinete de Investigações e Capturas, o Gabinete Médico Legal e a Primeira Delegacia Auxiliar de Polícia. Até o ano de 1970, a Casa foi propriedade da Polícia tendo passado, ao longo desse tempo, por várias reformas e reparos de urgência. Entre 1971 e 1974, já sob administração municipal, o imóvel foi utilizado por duas instituições culturais: o Instituto Genealógico Brasileiro e a Academia Paulista de Direito. 

Em 1976, foi elaborado pelos técnicos do Departamento do Patrimônio Histórico, um projeto de restauro que incluiu a decapagem de sucessivas camadas de pintura e a prospecção da alvenaria e forros, que possibilitaram o levantamento de informações sobre as diversas remodelações do edifício, correspondentes às diferentes ocupações, e a descoberta de pinturas decorativas que foram recuperadas. Com a conclusão das obras de restauro, a Casa nº 1 foi inaugurada em julho de 1980, abrigando a sede do DPH e, posteriormente, o Gabinete da Secretaria Municipal de Cultura. Interditado para obras de emergência em 1985, que foram realizadas somente a partir de 1988, o prédio foi ocupado, em 1990, pela Divisão do Arquivo Histórico Municipal, que ali permaneceu durante dez anos.

CAPELA DO BEATO ou PADRE ANCHIETA


Oratório do Beato Anchieta
Em 25 de janeiro de 2002, foi inaugurado, nas dependências da Igreja, um oratório dedicado ao Beato José de Anchieta, cuja canonização está em andamento. O PE. José de Anchieta teve papel destacado não somente na fundação do colégio que deu origem à cidade de São Paulo, mas também por seu envolvimento total com a evangelização dos indígenas e com sua cultura, razão pela qual é considerado o Apóstolo do Brasil. O oratório abriga duas relíquias significativas do Beato José de Anchieta: parte de um fêmur do jesuíta, além do manto largamente utilizado em suas incessantes jornadas catequéticas. Ainda no oratório, encontra-se uma cópia da certidão de batismo de Anchieta e uma imagem de Nossa Senhora da Candelária, padroeira das Ilhas Canárias, local de nascimento do Beato.

PÁTIO DO COLÉGIO

Bem no centro da metrópole, o Pateo do Collegio sobrevive em meio aos arranha céus, bancos e indústrias que abrigam a capital.
Com quase 450 anos de muita história pra contar, o Pateo é sede de diversos eventos, casamentos, além de abrigar o museu, a cripta de José de Anchieta, a igreja no local onde foi realizada a primeira missa da cidade, a biblioteca temática,e abriga ainda diversos projetos sociais, como o Centro Loyola, o projeto OCA e o projeto EMBU.

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL

Inaugurado em 21 de abril de 2001, CCBB (centro cultural banco do Brasil)

São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 na Rua Álvares Penteado, 112, esquina com a Rua da Quitanda. Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital.
A construção foi inteiramente reformada para abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século. A construção de cinco andares (mais subsolo e mezanino) foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Arqueológico e Turístico de São Paulo (Condephaat) e pelo Departamento do Patrimônio Histórico/Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (DPH/Conpresp). Com 4.183 metros quadrados, o CCBB São Paulo possui salas de exposições, cinema, teatro, auditório, loja e cafeteria.

R. DA QUITANDA

Foi por abrigar o primeiro mercado de frutas da cidade, no século XVI, que a Rua da Quitanda, no centro, ganhou esse nome. Em 1887, quando o fotógrafo Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) clicou a imagem acima, pepinos e bananas tinham dado lugar a vários empreendimentos comerciais.

IGREJA de SANTO ANTONIO



A Igreja de Santo Antônio é um templo católico localizado no centro de São Paulo, na Praça do Patriarca, próximo ao Viaduto do Chá. É considerada a mais antiga igreja remanescente da cidade, tendo sido fundada nas últimas décadas do século XVI - conforme atestam os primeiros registros documentais da sua existência, datados de 1592. No século XVII, abrigou a Ordem dos Franciscanos, e no século XVIII esteve subordinada à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos. Sofreu diversas reformas e intervenções ao longo dos últimos quatro séculos, sobretudo em sua fachada, reinaugurada em estilo eclético em 1919.

PÇA. DO PATRIARCA


PÇA. DO PATRIARCA

Praça do Patriarca é um logradouro situado no Centro Histórico da cidade brasileira de São Paulo.

É uma das praças mais antigas da cidade, estando situada no histórico distrito da . A sua denominação homenageia o "Patriarca da Independência", José Bonifácio de Andrada e Silva. Começou a ser construida por volta do ano de 1912 com a demolição de antigos casarões localizados entre as Ruas São Bento e Líbero Badaró, na continuidade das Ruas Direita e da Quitanda.

Largo do Café

LARGO DO CAFÉ

O Largo do Café é um logradouro histórico localizado no centro da cidade de São Paulo, na região Sé (distrito de São Paulo). É delimitado pelas ruas São Bento, Álvares Penteado e a Rua do Comércio.

Rodeado por edifícios históricos. Tem esse nome, porque na época dos barões do café o Largo era o ponto de encontro para compra e venda de café. Havia a Bolsa do Café, mais tarde incorporada pela Bolsa Mercantil e de Futuros, sendo o café um produto agrícola a que mais devem São Paulo e o Brasil, sob o ponto de vista econômico

R. 15 DE NOVEMBRO


Esta rua teve sua origem como uma ligação entre o Pátio do Colégio e o Largo de São Bento, no início da urbanização da cidade de São Paulo. Durante o século XVII foi documentada como Rua de Manuel Paes Linhares. No século seguinte ganhou o nome de Rua do Rosário, em função da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Já no século XIX teve seu nome novamente alterado, desta vez para Rua da Imperatriz em homenagem à família Imperial que visitava a cidade à época, permanecendo assim até a Proclamação da República, quando ganhou o nome atual, em referência à data em que tal evento ocorreu.

No início do século XX era considerada a rua mais chique da cidade, onde se localizavam os principais bancos, além do comércio e cafés mais sofisticados. Nesta época formava, em conjunto com as ruas Direita e São Bento, o que ficou conhecido como triângulo e que era o coração da cidade. Era nesta região onde estavam os principais bancos, comércios, redações de jornais, hotéis, restaurantes, teatros, charutarias e por onde passavam políticos, jornalistas homens de negócio, estrangeiros e mulheres bonitas.